26 de agosto de 2026PLD

PF e CGU atuam contra esquema de fraude em contratações públicas

Na Operação Mamom, PF e CGU apontaram indícios de mecanismos destinados a dificultar a rastreabilidade dos recursos públicos, incluindo depósitos fracionados em espécie e transferências com características atípicas.

Operação Mamom

A Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou a Operação Mamom, cumprindo 35 mandados de busca e apreensão e 2 de prisão preventiva em Pernambuco, na Paraíba e no Paraná. A investigação apura fraude em contratações públicas, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo contratos de uma Organização da Sociedade Civil (OSC) com municípios, na área da saúde.

Recursos difíceis de rastrear

Foram identificados indícios de possíveis mecanismos destinados a dificultar a rastreabilidade dos recursos públicos, incluindo movimentações financeiras entre pessoas físicas e jurídicas relacionadas aos fatos investigados, depósitos fracionados em espécie e transferências com características consideradas atípicas.

Segundo a PF, também há indícios de direcionamento de contratações e do uso de pessoas físicas e jurídicas para ocultar a destinação dos valores recebidos pela entidade.

O que isso ensina sobre PLD/FTP

Fracionamento de depósitos em espécie e circulação de recursos entre PFs e PJs relacionadas são tipologias que exigem cruzamento de vínculos societários e monitoramento transacional. Entidades que recebem recursos públicos merecem atenção reforçada na classificação de risco.

Com a Zabit, essas verificações ficam centralizadas em uma única plataforma: background check, monitoramento contínuo, gestão de riscos e dossiê pronto para comunicação ao COAF.

Tags:Polícia FederalCGUCorrupçãoDepósitos fracionadosLavagem de dinheiro
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