Operação Clones II
A Polícia Federal deflagrou a Operação Clones II para aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de fraudes bancárias, falsificação de documentos, obtenção indevida de créditos e lavagem de dinheiro no Pará. O esquema teria movimentado cerca de R$ 3 milhões.
Foram cumpridas medidas cautelares contra cinco investigados em Belém e Ananindeua, incluindo mandados de busca e apreensão, acesso a dados de dispositivos eletrônicos, sequestro de bens e afastamento cautelar de função pública. Entre as hipóteses investigadas está a participação de um servidor público federal e de pessoas a ele vinculadas.
As investigações partiram do saque indevido de valores de uma correntista falecida mediante o uso de documentação falsa, com indícios de obtenção irregular de créditos e de uso de informações bancárias privilegiadas.
Ocultação por meio de terceiros
A investigação também apura possíveis práticas de ocultação e de dissimulação patrimonial, inclusive por meio de terceiros e da aquisição de bens supostamente incompatíveis com a renda formal dos investigados.
O que isso ensina sobre PLD/FTP
Comparar o patrimônio e a movimentação com a renda declarada é uma das verificações mais eficazes de KYC. Quando bens são registrados em nome de terceiros, o cruzamento de vínculos familiares e societários ajuda a revelar o verdadeiro beneficiário.
Também vale atenção redobrada a clientes e colaboradores com acesso a informações privilegiadas, como prevê o KYE (conheça seu funcionário).
Com a Zabit, essas verificações ficam centralizadas em uma única plataforma: background check, monitoramento contínuo, gestão de riscos e dossiê pronto para comunicação ao COAF.